sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A menina que roubava livros

"Quando a morte conta uma história, você tem que parar pra ouvi-la."

Nada melhor que a frase anterior para iniciar esse post. Afinal, se tem “alguém” que já viu de tudo nesse mundo é a Morte, então quando ela se dá ao trabalho de contar algo, deverá valer à pena, de uma forma ou de outra.

Já ouvi pessoas falarem que começaram a ler, mas pararam logo no inicio. Talvez o começo do livro seja um pouco “estranho”, chato ou confuso, Mas, sempre digo: “Leia, o livro é ótimo, está entre os melhores que já li.”

Gosto de assuntos relacionados a Segunda Grande Guerra, porém não foi o que realmente me cativou. Os personagens, esses me cativaram. São incríveis Max, Liesel, Hans, Rudy, Rosa e outros. E também a “visão” que a Morte tem dos personagens.

Em alguns trechos do livro a Morte antecipa o que ocorrerá com a personagem, de forma fria e cruel, porém, isso talvez faça com que você goste ainda mais da personagem ou da Morte – no meu caso de ambas. A Morte chega a mencionar qual é o seu favorito – que é o mesmo que o meu.

Recomendo a todos este livro. Um bom enredo e personagens incríveis. Um livro que dificilmente você não ficará emocionado ao ler.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Retorno...

Após um longo período sem escrever nesse blog, resolvi retomar. Nesse período li vários livros, segue uma lista com alguns deles:
  • O Hobbit;
  • Senhores da Guerra;
  • 1808;
  • O menino do pijama listrado;
  • Millennium 2 – A menina que brincava com fogo;
  • Millennium 3 – A rainha do castelo de ar;
  • Memórias de uma gueixa;
  • As crônicas Saxônicas – O último reino;
  • Capitães da Areia;
  • Fora de Série: Outliers;
  • Operação Cavalo de Tróia 4 – Nazaré;
  • Operação Cavalo de Tróia 5 – Cesareia;
  • A menina que roubava livros;
Não escreverei sobre todos eles – talvez alguns – pois não me lembro de detalhes. Mas, certamente escreverei sobre A menina que roubava livros. Confesso que não me recordo com detalhes do livro, mas não poderia deixar de escreve sobre essa excelente obra.

sábado, 11 de setembro de 2010

Eu sou Ozzy

Eu sou Ozzy. Autobiografia de Ozzy Osbourne, ou melhor, de John Osbourne. Sim, seu primeiro nome é John. Ozzy é um apelido. Uma boa leitura que lembra, vagamente, Henry Chinaski, personagem do livro Misto Quente, de Charles Bukowski. Claro que o livro de Bukowski é melhor, afinal, se trata de um talentosíssimo escritor. Mas, o livro do Ozzy me vez lembrar Bukowski, talvez pelas merdas que o Ozzy fez ou por causa da linguagem mais chula utilizada em certos trechos. Não sei muito bem.

Eu sou fã de rock, mas nunca fui do tipo de ler histórias das bandas ou lembrar nomes de guitarristas, baixistas, etc. Porém a leitura desse livro não está diretamente ligada a ser um fã número “um” ou extremo conhecedor do Rock.

Como mencionei no início é uma leitura agradável, cativante e bem humorada. Às vezes, se pega rindo em certos trechos e também há partes com tons mais sérios, como o drama vivido pela doença de sua esposa.

Em sua autobiografia, Ozzy conta como foi parar na prisão pela primeira vez, os primeiros empregos, a formação e a saída do Black Sabbath, o excessivo uso de drogas, o início da carreira solo. Fala também sobre a família, a morte de Randy Rhoads, o episódio em que comeu a cabeça do morcego, a polêmica em torno do fã que se suicidou, o amor e a gratidão que sente por sua mulher, Sharon, entre outros assuntos.

Ozzy não é hipócrita na redação do seu livro. Menciona sempre estar chapado e drogado. Abaixo um trecho o começo de sua história.

As lembranças de outras pessoas sobre os eventos que estão neste livro podem ser diferentes das minhas. Não vou discutir com elas. Nos últimos quarenta anos, tomei muito álcool, cocaína, ácido, sedativos, cola, xaropes, heroína, Rohypnol, Klonopin, Vicodin e muitas outras substâncias pesadas que nem daria para listar nessa nota de pé de página. Em mais de uma ocasião, tomei todas ao mesmo tempo. Não sou a porra de Enciclopédia Britânica, digamos assim. O que você vai ler aqui é o que consegui tirar da geléia que chamo de cérebro quando tentei lembrar a história da minha vida. Nada mais, nada menos...

Um livro que eu recomendo para pessoas que gostem um pouco do Ozzy músico ou pessoa. Ao menos para quem deseja saber quem é o Ozzy por ter alguma afeição pelo bom e velho Rock´n Roll.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Saí da Microsoft para mudar o mundo

Uma viagem ao Nepal. Foi isso que fez com que John Wood, um executivo da Microsoft mudasse o rumo de sua vida. Após ver a precariedade que se encontrava a biblioteca de uma escola no Nepal, ele decide ajudar aquela biblioteca com uma doação de livros. Através um email enviado a um grupo de pessoas solicita doação de livros infantis. Com um resultado melhor do que esperava, John começa a se empolgar com a idéia de ajudar crianças a ler. Mesmo com seus benefícios, alto salário e os problemas do trabalho ele não consegue tirar da cabeça a idéia de ajudar as crianças do Nepal. Com esse objetivo ele larga o emprego, a namorada e sua antiga vida para embarcar de vez na idéia de levar educação a crianças.

Em seu livro, John Wood descreve como passou de executivo de Marketing da Microsoft à empreendedor social. Uma leitura interessante e muito agradável, na qual o autor relata fatos que fizeram com que ele tomasse essa atitude, a criação da Room to Read, pessoas que o ajudaram, o modo como conseguiu angariar fundos para construção de escolas, bibliotecas e financiar bolsas de estudos e alguns fatos do dia-a-dia da época em que trabalhava na Microsoft. Além de fatos que influenciaram na Room to Read, como o 11 de setembro e o Tsunami.

Há algumas coisas que se tira dessa leitura, por exemplo, o quão gratificante é fazer algo que se sinta bem e útil e o fato de acreditar em um sonho.